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17 de Julho de 2017.

Caro amigo Engenheiro.

Um grupo de colegas, que discutia um assunto, que nada tinha a ver com ciência propriamente dita.

Acabou resultando nisso.

Discutíamos biografias de cientistas, no afã de determinar as causas e motivos que levaram as experiências e conclusões científicas dos mesmos.

Quando foi ficando cada vez mais evidente, que tudo se tratava de sucessivas,  “Redescobertas da Pólvora “.

Dos mesmos fenômenos e efeitos observados por óticas diferentes.

E datando de uns 200 anos atrás, ou ainda mais.

Por exemplo:

A Diferença de Potencial, Aparecia como “ Grau de Eletrificação “.

E é, o que é, na Realidade.

Pois se tratava apenas de Numero de Cargas Existentes, em um Local, em Relação a Outro Local.

E o que foi posteriormente, Mensurado em Coulombs.

E que na Realidade, Também não passa de Volts.

E a Corrente era o Número de Tais Cargas, “ Se Movimentando em um Meio, em Relação ao Tempo “.

Ou seja, Coulombs por Tempo.

E Portanto Também, Volts por Tempo.

E o que foi posteriormente, Mensurado em Ampéres.

Já a assim Agora chamada, “ Permeabilidade do Meio “.

Não era Considerada como Sendo Homogênea.

O que fica cada vez mais patente, hoje em dia, para o Universo Todo.

E então a Relação do Exposto Acima.

Era expressa em Relação ao “ Tempo Decorrido “, por Tais Cargas.

Para Atravessarem um Certo Meio Qualquer.

Quando Este Estivesse Submetido.

A um Determinado “ Grau de Eletrificação “.

E o que Ocorreu na Realidade.

Foi que, Coulomb, Ohm, Faraday, e mesmo Cavendish, e provavelmente Outros também.

Analisaram tais Efeitos por Óticas Diferentes.

Criando em Cada Caso.

Seus Sistemas de Unidades Diferentes.

E Individuais.

Para as Mesmas Coisas.

E que foram depois Padronizadas pela Teoria.

E Estão em uso, até mesmo, Atualmente.

Então já se sabia, que era uma coisa única, ou seja, Cargas em Movimento.

O Resto, Foi Apenas, Confusão.

Já quanto a Bi-Polaridade, a Coisa seria mais Sutil.

Ela seria a forma de Criação de Cargas a fim de Assegurar o Movimento Universal.

E ao se Estruturarem as Organizações de Cargas, por Nós, assim Denominadas, Prótons.

As Integrariam.

Assim, Deixariam de Existir em Estado Livre.

E Desse Nível em Diante.


Todas as Interações, Passariam a Ser Elétricas, em Função de Presença e Ausência de Cargas.

Resultando em Positivo e Negativo, de Carga Única.

Com Valor Absoluto Igual.

Porem de Polaridade Relativa Contrária.

Donde nossa Noção de Energia, seria na Realidade, Apenas, uma Espécie de Produto de Cargas, ou até mesmo, Cargas ao Quadrado.

Seja Lá Isso, o Que For.

Mas, seria o Necessário, para Alterar a Inércia do Estado de Movimento, em que Se Encontram as Cargas.

E a Tal Inércia, Seria a Quantidade de Cargas,  em Seu Estado De Movimento Relativo.

Uma Função de Sua Massa, ou seja, A Quantidade de Cargas Incorporadas A Sua Estruturação, E Do Movimento Relativo, Sendo Executado Por Elas.

Já Nosso Colega Albert Zweistein, continuou insistindo que deve haver algo de Errado com nossa Noção de Cargas Elétricas.

E que nossas Unidades de Medida Adotadas, Causam uma Confusão, em Relação ao o Que Realmente Ocorre.

Na opinião dele, Se a Carga de Elétrons é Quantizada.

Então a Diferença de Potencial Entre Dois Pontos, Também o É.

E portanto, a Diferença de Potencial entre as Cargas de um Elétron e um Próton, Deveria Corresponder a Duas Cargas Elétricas Quantizadas.

E Não a Uma Carga Elétrica Quantizada, Apenas.

O que Seria o Caso, Se a Carga Positiva, Fosse Apenas a Ausência de Uma Carga Negativa.

Quando Então, a Diferença de Potencial, entre Ambas.

Deveria Ser Apenas, De Uma Carga Elétrica, Quantizada.

Disso, ele Conclui que:

Ou Existe Apenas uma Carga Elétrica.

E a Nossa Noção de Bi-Polaridade Elétrica, Está Errada.

Ou no Segundo Caso.

E Que é O Mais Provável.

Existem Realmente, Duas Cargas Distintas.

E Nesse Caso, há Dois Efeitos e Ações Distintas de Cargas.

E Nós É Que Estamos Confundindo Tais Ações e Efeitos.

Analisando-os, como se Fossem Uma Coisa Só.

Ele é Ainda, de Opinião, que Este Segundo Caso, o da Bi-Polaridade.

É o caso Básico Inicial, Que Provoca a Movimentação Universal.

Porem, Ele Só Controla as Ações e Efeitos, Até a Montagem dos Assim Ditos, Prótons e Nêutrons.

Quando Então, Todas as Cargas Bi-Polares, Se Encontram Integradas a Estas Estruturas de Montagem.

Sendo que, Daí Em Diante, Todas as Ações e Efeitos, Ocorrem Apenas Por Presença ou Ausência de Cargas Elétricas Negativas.

E que o que Assim Chamamos de Íons, São Também Na Realidade Apenas, Presença e Ausência de Cargas Elétricas Negativas.

E Que, Tendo tal Carga Elétrica, um Determinado Valor em Coulombs.

E Sendo a Diferença de Potencial Elétrico entre Dois Pontos, Apenas a Diferença Relativa da Quantidade de Cargas Elétricas Existentes Entre Tais Dois Pontos.

A Diferença de Potencial Elétrico, Poderia Ser Expressa, Também em Coulombs.

E Vice- Versa.

A Carga Elétrica, Poderia Ser Expressa Também, Em Volts.

Pois, Tanto Coulombs Como Volts, Mensuram na Realidade, Quantidade de Cargas Elétricas.

Então a Afirmação de Que Não Há Relação Direta, Entre Coulombs e Volts, É Errônea.

Bastando Determinar, Quantos Elétrons Acumulados, Perfazem Um Volt de Diferença de Potencial.

Teríamos Então, Que Um Volt de Diferença de Potencial Acumulado, Corresponderia a Carga de:

Um Volt = 6,24150975X1018 elétrons Acumulados.

E Segue Pois, Que Este Seria O Número Real Físico, De Cargas De Elétrons, Existentes Em Uma Diferença De Potencial de Um Volt.

E Portanto a Carga de Um Único Elétron.

Seria de:

Um Elétron = 1,602176565·10-19 Volt.   

Segue Que Ampéres de Corrente Elétrica, que É Expressa Por Coulombs Divididos por Unidade de Tempo.

Seria Também, Ampéres de Corrente Elétrica, Expressa Igual a Volts Divididos Por Unidade de Tempo.

Ou Seja:

Um Ampére = 6,24150975X1018 elétrons Fluindo, Por Unidade de Tempo.

Sendo Que Cada Um Desses Elétrons, Teria Uma Carga de:

1,602176565·10-19 Volt.    

Teríamos Então, que Potência Elétrica, Seria Igual a, Volts ao Quadrado, Dividido por Tempo.

Ou ainda, que Potência Elétrica, Seria Igual a Coulombs ao Quadrado, Multiplicado por Tempo.

Sendo Este Tempo, uma Função das Características do Meio Ambiente, em que Ocorre o Fluxo.

Segue Então, Que Trabalho Realizado, É Sempre Apenas Movimento de Cargas.

Ou seja, a Parte Aproveitada Deste Movimento de Cargas.

E Não, Energia, Que é um Conceito Errado, Criado por Nós, e Que Não Existe Como Tal, na Realidade.

E Que a Resistividade, de Um Meio Ambiente, Poderia Ser Expressa, Em Termos de Tempo Decorrido Por Fluxo de Cargas, Em Função Direta.

E Que a Condutividade, Por Sua Vez, Poderia Ser Expressa Também, Em Termos de Fluxo de Cargas Por Tempo Decorrido, Em Função Inversa.

Já outro Colega Argumenta:

As cargas que são a diferença de potencial não são as mesmas cargas do fluxo (corrente), o primeiro é dependente apenas do número de cargas de cada ponto, o segundo da permeabilidade do meio que os interliga.

E Ainda Que:

Sim, a quantidade de cargas que flui é função da quantidade de cargas que provocam o fluxo e também da permeabilidade do meio.

Podemos ter um fluxo muito baixo com uma diferença muito grande, se a permeabilidade for baixa.

Podemos ter um fluxo muito alto com uma diferença muito pequena, se a permeabilidade for alta.

Mas, sempre posso Imaginar, Uma Carga Apenas Provocando o Fluxo, e Uma Carga Apenas Fluindo.

Ou seja, Quantidades de Cargas Iguais.

Eu posso Imaginar, por exemplo, um Dínamo de Corrente Contínua, Fornecendo uma Quantidade de Cargas em Número Constante, Igual em Número, ao Número de Cargas que Fluem pelo Meio.

Não é Condição Necessária, que a Quantidade de Cargas Fornecidas, Seja Maior do que a Quantidade de Cargas Que Fluem.

O que Não Pode Ocorrer, É Que Sejam Em Quantidade Menor.

O Que Podemos Ver , ao Tentarmos Extrair Maior Quantidade de Cargas, de uma Pilha ou Bateria, do Que As Existentes Em Seu Acumulo De Cargas, Ou Seja, De Sua Diferença De Potencial.

A Sua Diferença de Potencial “ Murcha “.

Estamos Falando de Quantidade de Cargas em Número Absoluto, e Não em Cálculo Matemático, Que Exige um Numerador Maior, para que possa haver um Saldo da Divisão. 

Outro Ponto é que a Noção de Resistividade só se Define com os Estudos de Ohm, há cerca de 100 anos atrás.

E Diga se de passagem, que Ohm Não Foi O Primeiro a Falar de Resistividade.

Mas, bem antes dele, já havia a Noção disso.

Só que era Apenas Expressa, em Função do Tempo que um Fluxo levava para Atravessar um Meio.

Era Mais Tempo, devido a Maior Oposição.

E Menos Tempo, devido a Menor Oposição.

A Tal Oposição, É Que Acabou Resultando em Resistividade do Meio.

Quando Então, Se Abandonou a Noção Em Função do Tempo.

Que Possivelmente, Até Fosse Mais Exata.

Devido a Falta de Homogeneidade dos Meios.

Já Outro Colega Pergunta:

Como Ficam os Watts e os Joules de Energia ?

Joules  =  Energia .

Energia Não Existe como Tal.

Logo, Joules Também Não Existe.

É Tudo Apenas Cargas em Movimento.

É a Noção de Energia que Atrapalha Tudo.

Já Watts Existe Sim.

E é Quantidade de Diferença de Cargas Vezes Quantidade de Cargas de Fluxo.

E no Meu Exemplo, em que Tais Quantidades de Cargas é Igual.

Vem a Ser, Quantidade de Cargas ao Quadrado.

Independendo De Que Sejam As Da Diferença, Ou As Do Fluxo.

De Resto, São Expressos Pelo Produto de Ambas As Quantidades de Cargas.

Quer Estejam em Volts ou Coulombs.

Mas, Watts Não É Energia.

Watts Representa O Trabalho Máximo, Passível De Ser Executado, Pelo Movimento Relativo de Cargas.

Quer seja de um Movimento Relativo de Cargas de Corrente Elétrica.

Quer seja o Impacto Resultante do Choque De Estruturas De Montagem Organizada De Cargas, em Função de Seus Movimentos Relativos.

Então o Trabalho Pode Ser Representado Por Watts Multiplicado Por Um Fator Que Oscila Entre Zero e Um, e Que Representa a Parte Aproveitada Do Movimento Relativo Das Cargas.

E Volts, Poderia Ser Expresso em Coulombs, Sim.

E Também Vice-Versa.

Volto a Afirmar:

Tudo no Universo, É Apenas Eletricidade em Movimento.

E Sob Esta Ótica, É Que Deve Ser Explicado.

Um abraço do Velho amigo Velho, e até a próxima.







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