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22 de agôsto de 2017.



Caro Amigo Engenheiro, respondendo a sua pergunta com referência as explicações oficiais relativas ao Paradoxo de Faraday.

E em relação a tal Monografia em Words, que me enviou.

Apresento os resultados do Ensaio do Paradoxo de Faraday.

Você não precisa de Escovas, Fios e Galvanômetros, para reproduzir os Ensaios do Pseudo-Paradoxo de Faraday.

Digo Pseudo, pois ele é na Realidade Inexistente.

É novamente uma Interpretação Errada de Uma Observação Correta, e perfeitamente Lógica.

Há Movimento Absoluto e Movimento Relativo, como preconizado por Galileu.

Temos de parar de endeusar Einstein.

Ele foi um cientista como qualquer outro, que afirmou coisas certas e coisas erradas também.

Aqui volto ao Giroscópio e ao “ Spin “.

Se no Giro Aparente, houver Centrifugação, então ele é Movimento Absoluto.

E Também é um Referencial, em seu Nível.

Se no Giro Aparente Não houver Centrifugação, então ele é Movimento Aparente, e apenas Movimento Relativo.

Segue então ainda, que Dois Movimentos Absolutos, são sempre Relativos, Entre Si.

Para nosso Ensaio consideremos os resultados dos ensaios de Lenz, Balmer, Oersted, e Faraday.

E o fato de a existência de uma Carga, implicar na existência de um Campo Elétrico.

Então o que é uma Estrutura assim chamada de Corpo  ?

É um Conjunto de Cargas Estruturadas, e Em Equilíbrio, também de seus Campos.

E de acordo com Galileu, no Universo tudo está em Movimento.

Então segue que tais Cargas e as Estrutura, também Estão em Movimento.

Sabemos também que Cargas em Movimento, Geram Campos Magnéticos.

Mas nas Estruturas, tais Campos Magnéticos, na maioria das vezes, também estão em Equilíbrio.

E portanto, não se Manifestam.

As Exceções são os Corpos Imantados, cuja Configuração Interna, Implica em desequilíbrio dos seus Campos Magnéticos Internos.

Os assim chamados de, Imãs Naturais e Artificiais.

Porem, se nas Estruturas em Equilíbrio, de alguma forma, Alterarmos o Movimento Interno de suas Cargas Constituintes, então seus Campos Elétricos, produzem Manifestação de Campos Magnéticos.

E de acordo com os cientistas citados, tal Movimento Interno de Cargas, pode ser Induzido por Campos Magnéticos, Próprios, ou Externos.

Se Naturalmente, estarão em Contra-Fase, para se Equilibrarem Novamente.

Mas, há casos em que, e também Artificialmente, podemos ter criação de Movimento Contínuo, e portanto assim dito, em Fase.

Teoricamente, se não houvesse perdas, a Tal Realimentação em Fase, produziria Movimento Infinito.

Então voltando ao nosso Ensaio.

Observando a Resultante Criação ou Não, de Campos Magnéticos Opostos em Fase, podemos Afirmar, se Houve ou Não Alteração de Movimento Interno das Cargas de uma Estrutura.

E por conseguinte, se Houve ou Não, Fluxo de Cargas Elétricas, dentro da Estrutura.

Que por sua vez, Criou o tal Campo Magnético Oposto.

Então, suspendendo um Disco de Metal, sobre um Imã Fixo, e girando o Disco.

Observamos o Surgimento no disco, de um Campo Contrário ao do Imã.

Que repele o Disco lateralmente em relação ao Imã.

Alterando assim o seu Movimento de Giro.

Para um Movimento de Translação do disco, em torno do Imã.

Então a Conclusão Lógica é de que o Giro do Disco, em relação ao Imã Fixo, criou corrente Elétrica de Cargas no Disco.

Que por sua vez, Criou tal Campo Magnético Oposto ao Original.

E portanto, pelo Movimento do disco, Houve Alteração de Intensidade de Fluxo Magnético do Imã, produzido no disco.

Em Relação ao Campo Original.

Agora façamos o contrário.

Mantendo o Disco Suspenso, Parado.

Giremos o Imã no alinhamento do Eixo do disco.

Observamos que o Disco permanece Imóvel.

Isto demonstra que o Giro do Imã, não está Induzindo Movimento nas Cargas Internas Constituintes da Estrutura do disco.

E portanto, Não há Criação de um Campo Magnético Oposto, por estas Cargas Internas do disco.

Não está Havendo Indução de Fluxo de Cargas Elétricas no disco.

E por conseguinte, Não está sendo Formado pelo disco, um Campo Magnético Oposto ao do Imã.

Resulta pois, que Não está Havendo Variação da Intensidade do Campo Magnético Criado pelo Imã.

Sendo que Tal Campo do Imã Girante, Permanece Estático em Relação ao disco.

Disso decorre a Afirmação de que ao Girar o Imã, o Campo Criado pelo Imã, Não se Altera em Intensidade.

E que Tal Campo, uma vez Criado, se torna Independente da Causa que o Criou.

Então a Lógica nos diz o que ocorre se girarmos o disco e o Imã Acoplados Simultaneamente.

O Campo criado pelo Imã se torna Independente do Imã que o Criou, permanecendo Estático.

E portanto o Disco Girando em Relação a ele, sofre Alteração Relativa de Intensidade de Efeitos do Campo Magnético Estático.

O que é novamente o mesmo Efeito Anterior, só que ao Contrário, do Primeiro caso, do Disco Girando em relação ao Campo Estático do Imã Fixo. 

O que também é muito sugestivo, em relação da análise de propagação das IEMs.

E que o observado na Monografia Eslovaca em Words, está Absolutamente Correto.

Mesmo que contrarie todas as explicações mirabolantes e matemágicas, dos pseudo-cientistas que as fazem.

Agora vamos repetir o Ensaio com Dois Imãs de Diâmetros diferentes.

Um de 4 cm de diâmetro e um de 1 cm de Diâmetro.

Girando o de 1 cm de Diâmetro em qualquer lugar, desde que seja Compreendido Dentro da Área do Imâ de 4 cm, os Efeitos São os Mesmos.

Não Influindo que os Eixos Estejam Axialmente Desalinhados.

Os Imãs Criam os Campos Magnéticos.

Mas, os Campos Magnéticos São Estáticos e Independentes dos Imãs que os Criaram.

E o Arrasto Lateral observado, não é um Arrasto dos Campos Propriamente Ditos.

Mas sim, o Desaparecimento do Campo a sua Ré.

Por o Movimento do Imã, ter deixado de ali Criar o Campo.

E o Estabelecimento de Novo Campo, também Independente, a sua Frente, no sentido do  Movimento do Imã, que o Cria.

E isso deve valer também, para os Campos Criados pela Movimentação de Cargas.

Foi o que eu pude constatar.

Um abraço do Velho amigo Velho.





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