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09 de julho de 2017.

Caro amigo Engenheiro.

Primeiro gostaria de complementar o que disse, no Blog anterior, sobre Ação a Distância de Projétil Físico, em Função da Velocidade Relativa, e da de Emissão do Mesmo.

Há ainda um Outro Fator, que é o da Densidade Relativa, entre o Projétil e o Alvo.

Se a Densidade do Projétil. For muito Superior a Densidade do Alvo, a Ação só terá Efeito Total, em um Determinado Parâmetro de Velocidades Relativas.

Mesmo que atingindo o Alvo.

Muito Abaixo, Haverá Ricochete.

E Muito Acima, o Projétil Atravessara o Alvo, com Pouco Efeito e Ação.

Vamos pois, ao Assunto Atual.

Então já estamos de acordo, em que o “ Big Bang “ Jamais Existiu, como Tal.

Não Existindo Base Real para o mesmo, e a não ser mais do que, uma Hipótese de fundo Religioso.

Levantada pelo Sacerdote La  Maitre.

Sacramentada pelo Papa.

Desenvolvida por Gamow.

Com a Hipotética Interpretação, dada ao Fundo de Micro Pseudo-Ondas, de Panzias.

Com Fundamento, em Observações de Hubble.

Que as Tentou Desdizer, até o final de sua vida.

E Salva de Suas Incorreções, por Vera Rubin.

Por sua, provavelmente, Também Errada Hipótese, da Existência de uma Suposta Matéria Escura.

Jamais Comprovada.

A Qual. a assim chamada Ciência, Segue Cegamente, até os dias de hoje.

E já admitimos, a Hipótese, de que o que chamamos de Energia, foi uma Invenção que Criamos.

Para Explicar os Efeitos e Ações que Decorrem de Certas Situações de Movimento Relativo de Cargas.

Disso podemos Concluir, que Tudo no Universo, se Resume a Efeitos Elétricos.

Vamos então, para um pouco de Cosmologia e Atomística.

E que São na Realidade, Uma Matéria de Estudo Única.

Então do Nada, de Alguma Forma, Se Materializam Cargas Elétricas, Aos Pares, de Polaridades Opostas.

E Devido a sua Propriedade de Atração e Repulsão, Iniciam o Movimento Universal.

Que se Torna em Um Moto-Contínuo Inercial, Desde Que Não Seja Alterado por Influência Externa.

E que isso É assim, sempre Foi assim, e provavelmente, sempre Será assim.

O Surgimento dessas Cargas, trás em si, Diversas Noções e Conceitos.

O Primeiro é o de Volume de Espaço, que Ocupam ao Surgirem, e em que Passam a se Deslocar.

O Segundo é o de Tempo, Antes, Durante e Depois do Seu Surgimento.

O Terceiro é o de Causa e Efeito, Sendo a Causa, a Anterior, e o Efeito, a Posterior.

O Quarto é o de Movimento, Absoluto, com Sentido, Direção e Módulo, Próprios.

O Quinto é o de Movimento Relativo, com Sentido, Direção e Módulo, Próprios.

O Sexto, mais Sutil, em Relação a Seus Movimentos, trás as Noções e Conceitos de Direção, Em Cima, Em Baixo, A Direita, A Esquerda, Em Frente, e Atrás, Dentro e Fora.

O Sétimo trás a Noção e Conceito de Massa

O Oitavo, Associando Massa a Seu Movimento Relativo, trás a Noção e o Conceito de Estado de Inércia de Movimento.

O Nono, trás a Noção e o Conceito de Bi-Polaridade Elétrica.

O Décimo, Associando Carga a Movimento Absoluto, trás a Noção e o Conceito de,Magnetismo e sua Bi-Polaridade Magnética.

O Décimo Primeiro, Associando Carga a seu Movimento Relativo, e também ao seu Magnetismo, trás a Noção e o Conceito de Indução de Movimento.

O Décimo Segundo, Associando Carga a Variação de seu Movimento Relativo, trás a Noção e o Conceito de Auto-Indução, com Surgimento de Indutância, e as Suas Conseqüentes IEMs .

Que Podem Produzir Movimento a Distância, Seletivamente, e portanto com Fins Específicos.

A Décima Terceira, é a da Quantidade de Movimento Relativo, que Determina as Noções e Conceitos de, Estado Físico, Coesão das Estruturas, Calor, e Temperatura.

A Décima Quarta, que é A Quantidade de Cargas Presentes por Unidade de Volume Geométrico de Espaço, que trás a Noção e o Conceito de Densidade de Meio Ambiente.

A Décima Quinta, que é A Quantidade de Cargas Presentes, em um Local, em Relação a Outro, trás a Noção e o Conceito de Diferença de Potencial de Carga Elétrica Acumulada, entre Tais Pontos.

A Décima Sexta, que é A Quantidade de Cargas Presentes, entre Dois Locais, em Função do Meio Ambiente, Existente Entre Eles, trás as Noções e os Conceitos de Capacitância Elétrica e de Dielétrico.

E alem de Eventuais Outros, o Mais Importante, que é o Seu Quanta de Carga Básico, e também o Seu Quanta de Massa Básico, que Integram Todas as Outras Estruturações de Carga/Massa, Existentes no Universo.

Sendo que seu Representante é o Elétron, que se Constitui no Tijolo Básico de Estruturação de Tudo o que Há No Universo.

E Particularmente, no Primeiro Nível de Estruturas Organizadas de Cargas/Massas, que são Representadas pelas Diversas Combinações Suas, em Quantidade, que Representam as Diversas Partículas.

E Notadamente, os Prótons e Nêutrons.

Um Nêutron, seria então apenas, um Próton Neutralizado Eletricamente.

E Teria por finalidade, Evitar Assim, A Repulsão entre as Estruturas Protônicas, que Constituem os Núcleos Atômicos Mais Complexos.

E um Próton, seria uma Estrutura de Montagem de Elétrons das duas Polaridades, Neutralizadas por Neutrinos, e com um Elétron a Menos, o que lhe confere a Polaridade e a Tendência de Atração, de um Elétron Periférico.

E isso nos leva ao Hidrogênio Atômico.

Que ao mesmo tempo, É e Não É, um Elemento, Propriamente Dito.

Melhor seria chamá-lo de Semi Elemento.

Pois não possui nem mesmo, uma Posição Definida, na Tabela Periódica dos Elementos mais Complexos.

Mas, que é, Por sua vez, o Tijolo Básico de Montagem de Todos os Outros Elementos de Estruturação Mais Complexa.

Estabilizados por sua vez, pela Transmutação Sucessiva de Prótons em Nêutrons, e Vice-Versa, de Suas Estruturas Nucleares.

E também, a Razão da Existência de Isótopos de Elementos.

Porem, a Estabilização das Partículas, a Estabilização das Estruturas Nucleares, e a Estabilização Atômica, como um Todo, ainda não asseguram a Estabilidade Elétrica da Periferia Atômica.

O que Tende a se Realizar, por Associações Outras.

E no Caso Particular do Hidrogênio Atômico, Toma a Forma de, Associação de Dois Átomos de Hidrogênio Atômico, na Formação de uma assim chamada, Molécula de Hidrogênio Molecular.

Cujas Condensações, vem formar as Fornalhas de Fusão Nuclear, assim chamadas de Estrelas, e que por sua vez, Sintetizam a Produção de Todos os Elementos Naturais Mais Complexos, a partir das estruturas do Seu Tijolo Básico, que é o Próprio Hidrogênio Atômico.

Vindo a Criar Assim, Todos os Elementos Naturais do Universo.

Os quais por sua vez, irão Formar, através de Suas Composições, Todos os Corpos Existentes no Universo.

Inclusive a nós mesmos.

Então é perfeitamente válida a Afirmação, de que Nós Todos, Somos “ Filhos “ das Estrelas. 

Posto isso, vamos a um Ponto Básico dos Movimentos que Ocorrem em Relação as Estruturações Atômicas, Muito Mal Compreendido, pela nossa Ciência em Vigor.

E Responsável por Muitas Observações Erradas, inclusive a de Einstein, na Sua Interpretação das Ocorrências no Efeito Fotoelétrico, em 1905.

E Que Acabou Levando a Tal Famosa Premiação Nobel.

E Completamente Indevida, por Ser Uma Descrição Completamente Errada, do tal Fenômeno de Emissão de Elétrons.

Trata-se de uma Particularidade, de Terem Todas as Tais Estruturas, uma Maior ou Menor Elasticidade de Coesão.

Que é a Verdadeira Responsável, por Uma Série de Efeitos e Ações das Mesmas.

E Que É uma Conseqüência, das Ações Elétricas e Magnéticas de suas Estruturações.

Em outras palavras, Que Todas as Estruturas Admitem um Certo Movimento Interno, Maior ou Menor.

De Suas Estruturas, em Função de sua Coesão, e de Ações Externas ou Internas, Mecânicas, Elétricas ou Magnéticas.

Observando que Todos Os Tais Movimentos São Seletivos em Função de Freqüências, ou seja, Ocorrências em Função do Tempo.

O Que Vem a Ser uma Lei Universal, de Tudo o Que Ocorre por Ação a Distância, Provocada pelas IEMs no Universo, e Que Constituem o Conjunto do Espectro.

Para compreender isso melhor, teríamos de Observar o Comportamento de Movimento Elástico de Imãs.

E Também, o Funcionamento Ressonante de Diapasões.

Pois, É em Função de Movimentos Similares, que se Processam os Tais Movimentos das Estruturas Atômicas.

Que São Provocados, pelos Mesmos Mecanismos que Governam o Comportamento Destes.

Então, Ações Elétricas ou Magnéticas, e mesmo Mecânicas, provocam Tais Movimentos Elásticos das Estruturas Atômicas.

Porem, Limitados a um Parâmetro de Freqüências, e Maximizadas em uma Curva Estatística Gaussiana, Delas.

Em Uma Única e Determinada Freqüência, assim chamada de Freqüência de Ressonância Característica de cada Estrutura, conforme já explicado no Blog anterior.

Segue que, Dentro Deste Parâmetro de Freqüências, Tal Movimento Adquire Também, Características Vibratórias e Eventualmente Cumulativas.

Aumentando em Intensidade de Movimento, até Provocar a Desestruturação Periférica, e Podendo até Levar a Desintegração Total da Estrutura.

Entendido isso, podemos retornar ao, O Que Realmente Ocorre, no tal Efeito Fotoelétrico Einsteiniano.

Os Fótons Incidentes, Coincidentes em Sua Maximização de Freqüência, no Ultra-Violeta.

E Que Não Possuem Energia, e São Apenas Movimentos de Campos.

E Através de Sua Componente de Campo Magnético Variável, Colocam em Movimento as Tais Estruturas Que Compõe o Material Metálico.

Que por sua vez, Em Função de Coincidente Freqüência de Ressonância Característica.

A Esta Freqüência Incidente.

Entram em Movimento Vibratório Cumulativo.

Lavando a Desestruturação Periférica de seus Elétrons.

E Fazendo com que Alguns, Sejam Totalmente Ejetados do Respectivo Material.

E Cuja Quantidade Assim Ejetada, é Função da Curva Gaussiana de Maximização.

Que por sua vez, Corresponde a Maximização na Freqüência do Ultra-Violeta.

E portanto, a Quantidade de Elétrons Ejetados Decai, e se reduz a Inexistência, para Freqüências Abaixo e acima, de sua Frequência Característica de Ressonância.

E Volto a Afirmar Que Isso Não Envolve Energia Nenhuma.

E Se Trata Apenas de, Movimento e Ressonância.

Que Resulta na Ejeção de Elétrons, Agora Livres das Estruturas, Pelas IEMs , Incidentes, assim chamadas de Fótons, Maximizadas na Freqüência do Ultra-Violeta.

Que foi o Observado por Einstein.

E Erroneamente, Atribuiido a Eventual existência de Energia em Fótons.

Que são em ultima Análise, apenas Informações Eletro-Magnéticas, de Variações de Movimento.

E Portanto, Transientes de Movimento Real de Cargas, Emitidos sob Forma de IEMs .

E Este, É o que É, Na Realidade, o Verdadeiro Efeito Fotoelétrico.

E posso lhe assegurar, meu Amigo Engenheiro, que Ninguém vai me dar Prêmio Nobel nenhum, por estas Afirmações.

E o mais provável, é que me Crucifixem por elas.

Um abraço do Velho amigo Velho, e até a próxima.  

  


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